Um Brinquedo, Infinitas Habilidades | Aula ao vivo com Carolina Rocha
Aula prática online ao vivo

Um brinquedo, infinitas habilidades

Uma aula prática online ao vivo para psicólogas que querem parar de depender de atividades prontas e começar a usar o brincar com mais intenção clínica

calendar_month20 de outubro de 2026, às 20h
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Carolina Rocha, psicóloga infantil
ComCarolina Rocha

Talvez você não precise de mais jogos.

Talvez precise aprender a olhar de outra forma para os jogos que já tem.

Na clínica infantil, é comum entrar em uma lógica que parece natural.

searchBuscar uma atividade para frustração.
shopping_bagComprar um jogo para atenção.
bookmarkSalvar uma brincadeira para ansiedade.
travel_exploreProcurar um recurso para autoestima.
event_noteMontar uma sessão inteira a partir de uma atividade que parece interessante.

O problema aparece quando o recurso vira o ponto de partida.

A psicóloga entra na sessão sabendo qual jogo vai usar, mas sem clareza suficiente sobre o que pretende observar, qual habilidade está envolvida ou como aquela brincadeira será conduzida.

Em outros momentos, acontece o contrário.

A criança entra. Escolhe um brinquedo. A sessão começa. E a brincadeira simplesmente vai acontecendo.
Existe interação. Existe vínculo. Existe movimento.
help_center

Mas falta uma pergunta clínica organizando aquela experiência.

É exatamente sobre essa diferença que vamos falar nesta aula.

A diferença não está nas peças.

O BRINQUEDO NÃO FAZ A INTERVENÇÃO

Um Jenga pode ser apenas um jogo.

Ou pode criar situações em que planejamento, controle inibitório, flexibilidade, tolerância à frustração, comunicação e outras habilidades aparecem.

A diferença não está nas peças.
Está no raciocínio de quem conduz.

Durante a aula, Carolina Rocha vai usar um único recurso para mostrar como a mesma brincadeira pode assumir funções completamente diferentes quando existe clareza sobre:

  • checko que está sendo observado
  • checkqual habilidade pode estar envolvida
  • checkqual é o objetivo daquela intervenção
  • checkqual situação pode favorecer o aparecimento dessa habilidade
  • checkcomo o recurso será utilizado
  • checkcomo a psicóloga pode conduzir aquele momento
  • checkcomo aquilo pode sair do consultório e aparecer na vida da criança

A MUDANÇA COMEÇA ANTES DE ESCOLHER O JOGO

A lógica que costuma gerar insegurança começa assim:

closeLógica que gera insegurança
RECURSO arrow_forward agora preciso descobrir o que faço com isso

Na aula, vamos trabalhar a lógica inversa:

check_circleLógica inversa
CRIANÇAarrow_forward OBSERVAÇÃOarrow_forward HABILIDADEarrow_forward OBJETIVOarrow_forward RECURSOarrow_forward CONDUÇÃO

O brinquedo aparece depois.

Porque o recurso não deveria ser o ponto de partida da sessão.

A criança é o ponto de partida.

O QUE VOCÊ VAI VER NA PRÁTICA

Durante aproximadamente uma hora, Carolina vai utilizar o Jenga para mostrar diferentes possibilidades de condução clínica.

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Planejamento

Como criar uma etapa anterior à ação e favorecer observação, antecipação e escolha antes que a criança simplesmente execute.

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Controle inibitório

Como utilizar regras simples da própria brincadeira para criar espaço entre impulso e resposta.

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Flexibilidade

Como aproveitar o momento em que uma estratégia deixa de funcionar para ampliar possibilidades de resposta.

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Tolerância à frustração

Como não apagar imediatamente a frustração e utilizar aquele momento para ajudar a criança a construir respostas possíveis diante dela.

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Comunicação e habilidades sociais

Como olhar além do comportamento e perceber quando uma situação dentro da brincadeira pode revelar uma habilidade que ainda precisa ser desenvolvida.

O PONTO NÃO É APRENDER VÁRIAS FORMAS DE USAR O JENGA

Essa aula não foi criada para entregar uma lista de brincadeiras prontas.

Também não foi criada para dizer que determinado jogo serve para determinada habilidade.

Porque, se essa fosse a proposta, a dependência continuaria existindo.

Hojeseria o Jenga.
Amanhãseria o UNO.
Depoisseria o Liga 4.
Em seguidaapareceria outro brinquedo.
E a pergunta continuaria a mesma.
Qual atividade usar.

A proposta da aula é mudar a pergunta.

Em vez de começar procurando uma atividade, você começa olhando para o que está acontecendo com aquela criança.

UM MESMO RECURSO PODE TER FUNÇÕES COMPLETAMENTE DIFERENTES

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Imagine uma criança que age antes de pensar.

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Outra que não consegue esperar.

replay

Outra que insiste em uma estratégia mesmo quando ela não funciona.

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Outra que abandona a atividade quando perde.

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Outra que grita quando alguém faz algo diferente do que ela esperava.

O brinquedo pode ser exatamente o mesmo. A condução não.

Porque o que determina o uso clínico do recurso não é apenas o que está sobre a mesa.

É aquilo que a psicóloga está observando e o objetivo que orienta sua intervenção.

ESSA AULA É PARA PSICÓLOGAS EM DIFERENTES MOMENTOS DA CLÍNICA

01

Para quem está começando

Para psicólogas recém formadas ou iniciando na clínica infantil e que ainda sentem insegurança diante da pergunta sobre o que fazer durante a sessão.

02

Para quem já atende crianças

Para psicólogas que já têm experiência, mas ainda percebem uma dependência grande de atividades prontas, jogos específicos e ideias externas para estruturar o atendimento.

03

Para quem atende adultos e quer começar a atender crianças

Para profissionais que já têm experiência clínica, mas percebem que o atendimento infantil exige uma forma diferente de observar, conduzir e utilizar os recursos da sessão.

TALVEZ SUA SALA JÁ TENHA MAIS POSSIBILIDADES DO QUE PARECE

Quando falta clareza sobre intenção clínica, uma estante cheia de jogos pode continuar parecendo insuficiente.

Surge a sensação de que falta mais um brinquedo.

toysMais um brinquedo.
extensionMais uma atividade.
inventory_2Mais um material.
lightbulbMais uma ideia.

Mas quantidade de recurso não substitui raciocínio clínico.

Quando o raciocínio começa a ficar mais organizado, os mesmos materiais passam a ser vistos de outra forma.

Um único jogo pode criar experiências diferentes dependendo da criança, da habilidade que está sendo observada e da forma como a psicóloga conduz a sessão.

O QUE ORGANIZA A INTERVENÇÃO

Ao longo da aula, você vai acompanhar uma forma de pensar que passa por sete pontos.

1

O que estou observando

Antes de interpretar, descrever.

2

Qual habilidade pode estar envolvida

Entender o que pode existir por trás daquele comportamento.

3

Qual é meu objetivo

Definir aquilo que faz sentido desenvolver naquele momento.

4

Que situação pode fazer essa habilidade aparecer

Criar oportunidades dentro da experiência.

5

Qual recurso pode ajudar

Escolher o brinquedo depois de compreender a intenção.

6

Como vou conduzir

Definir quando intervir, quando esperar, quando ajudar e quando deixar a criança experimentar.

7

Como isso sai do consultório

Pensar além do desempenho durante a brincadeira e considerar como aquela habilidade pode aparecer em casa, na escola, na rotina e nas relações.

Carolina Rocha

Carolina Rocha

child_carePsicóloga infantil toysBrincar terapêutico workspace_premiumMais de 10 anos de clínica

Carolina Rocha é psicóloga infantil, especialista em brincar terapêutico e atua há mais de 10 anos na prática clínica com crianças e famílias.

Ao longo dessa trajetória, percebeu que uma das dificuldades mais frequentes entre profissionais da clínica infantil não está necessariamente na falta de jogos.

Está na dificuldade de transformar aquilo que acontece durante a brincadeira em observação, objetivo e condução clínica.

Nesta aula, Carolina vai mostrar esse raciocínio acontecendo na prática.

Sem partir de uma lista de atividades. Sem depender de dezenas de brinquedos. Começando pela criança.
Outubro
20
2026
20 de outubro de 2026 schedule20h

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NÃO É SOBRE TER MAIS UM BRINQUEDO

É sobre desenvolver um olhar que faça os recursos que você já tem começarem a fazer mais sentido dentro da sessão.

É sobre sair da escolha automática de atividades e começar a organizar a intervenção a partir daquilo que realmente está acontecendo com a criança.

É sobre perceber que brincar e intervir não são movimentos opostos.

O brincar pode continuar sendo brincar.

Mas a psicóloga pode saber por que está observando determinada situação, por que está fazendo determinada intervenção e qual habilidade aquela experiência pode ajudar a desenvolver.

UM BRINQUEDO.

DIFERENTES CRIANÇAS.

DIFERENTES OBJETIVOS.

DIFERENTES FORMAS DE CONDUZIR.

No dia 20 de outubro, Carolina Rocha vai colocar um Jenga sobre a mesa.

O objetivo não será ensinar você a jogar Jenga melhor.

O objetivo será mostrar o que muda quando a psicóloga deixa de olhar primeiro para o brinquedo e começa a olhar primeiro para a criança.

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Aula prática online ao vivo 20 de outubro de 2026 20h Com Carolina Rocha
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